MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/d0c250e551676c8cb0152cabe7e0f66a.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/f29b86e8adddea5760fecb66e1df7d69.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/5273624e767e74bfd139b816cd5210a3.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/616a9c5c098333ce090fb93b8d3a6904.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/a67a05fe5a6a8f58c615e789a495dc62.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/6b808a6357b1aa7ae909e2e032fdfd3d.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/b5c74e107a6644f123f33e8e7641ebf9.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/76564/slider/e2fe967a016a67153d7698be2e722f74.png
CNJ não foi notificado da classificação do PCC e CV como terroristas
Conselho aguarda comunicação oficial para avaliar a questão
Por Agência Brasil
Publicado em 02/06/2026 17:23
Tecnologia
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Edson Fachin, disse nesta terça-feira (2) que o Poder Judiciário não foi comunicado oficialmente sobre a decisão dos Estados Unidos que classificou as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

De acordo com Fachin, a questão ainda está no campo da diplomacia brasileira e o caso deverá ser avaliado quando o CNJ for notificado sobre a decisão do governo norte-americano.

"O Poder Judiciário está aguardando que essas comunicações oficiais se realizem para, se for o caso, o Conselho Nacional de Justiça tomar as devidas providências. Neste momento, não há nenhuma comunicação oficial”, declarou.

A medida tomada pelo governo do presidente Donald Trump terá validade a partir do dia 5 de junho e foi adotada com base na Seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade e uma ordem executiva da Casa Branca. 

Na avaliação de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, a classificação das facções como terroristas representa risco à soberania brasileira e pode prejudicar esforços de cooperação investigativa entre os países. 

Fonte: Agência Brasil
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Agência Brasil.
Comentários